domingo, 18 de fevereiro de 2018

Budapeste #4

No segundo dia, presenciámos uma "manifestação" (de apoio) na Chain Bridge, chamada March of the Living e relacionada com o Holocausto.


Fomos ainda à Margaret Island, considerada o pulmão verde da cidade. Para além dos parques e das praças, tem uma pista de corrida, um complexo desportivo, um mini jardim zoológico, entre outras coisas. É muito bom para relaxar e descansar e foi isso que nós fizemos no final da tarde do nosso último dia em Budapeste. Depois de andar quilómetros e quilómetros (não me lembro de termos utilizado os transportes públicos), sentámo-nos num banco, descansámos e apreciámos tudo aquilo que nos rodeava. Decidimos não percorrer a ilha toda, já que ela é gigante, e tínhamos medo que escurecesse e ficássemos perdidas no meio da ilha (o que era bem capaz de acontecer!).
Para chegar/sair da ilha, tem de se passar pela Margaret Bridge, que apesar de não ser a famosa ponte de Budapeste, também é bastante bonita


E chegaram ao fim os posts sobre Budapeste! Ooooh. Tenho muitas, muitas saudades de Budapeste. Confesso que me emocionei ao escrever estas publicações sobre Budapeste, e estar a escrever ao som de Tchaikovsky também não ajudou. É uma cidade mesmo incrível e, sem dúvida, da minhas favoritas.


Pontos imperdíveis em Budapeste na minha opinião: Parlamento, Fisherman’s Bastion e a St. Stephan Basilica. E, à noite, diria que é mesmo obrigatório verem a Chain Bridge, o Parlamento e o Castelo (é só atravessar a ponte).



Adeus Budapeste, foi um prazer!

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