sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Pensamentos Aleatórios #9


Viciadíssima em Elite. Vi hoje o primeiro episódio por acaso, e duvido que chegue ao fim do dia sem a temporada vista. Quando estreou, e apesar de todo o burburinho à sua volta, não fiquei com muito interesse em ver a série. Agora, estou viciada. Não tenho remédio.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

A primeira vez que...

A primeira vez que… andei de avião. Tinha 18 anos, e era uma viagem curta, do Porto a Lisboa. Fui com a minha mãe, e era a primeira vez de ambas. Sentia um nervoso miudinho, mas, acima de tudo, sentia-me animada e com muita vontade de ir. Acho que isso é algo que sempre me caracterizou, a vontade de ir. Não sou a maior fã de alturas ou de aviões, mas a minha vontade de viajar e de conhecer o mundo consegue ser maior do que o meu medo.

Chegar ao aeroporto duas horas antes da hora do voo, esperar pelo embarque, entrar no avião, sentir o avião a ganhar velocidade para levantar voo, a pressão nos ouvidos, a descida subtil até descer de vez, aterrar. Sentir nos pés um novo local. Chegámos ao destino.

Ao chegar a Lisboa, do avião vi o Estádio da Luz e, logo aí, percebi que tinha sido uma boa estreia. Poder ver o Estádio do meu clube desde as nuvens (e, uns dias mais tarde, poder visitá-lo) foi uma sensação de conforto. Estava em casa.

Para quem já andou muito de avião, ou tem a sua vida no aeroporto, viajar de avião pode não ter grande significado ou importância. Mas para mim tem. Significa ir. Andar de avião significa uma mudança, nem que seja por uns dias. Significa sair da rotina, talvez conhecer sítios e culturas diferentes, quem sabe, apaixonarmo-nos por um lugar. Ganhar uma nova casa.



segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Leituras Desassossegadas #27

A oficina dos livros proibidos, Eduardo Roca

«Colónia, alvores do século XV. Ares de reforma e de mudança assolam uma Europa governada ainda pelas superstições e velhas crenças. A difusão do saber está em poder de uns poucos.
No entanto, um pequeno grupo de sábios e eruditos que se reúne na mais absoluta clandestinidade está ligado por uma ambição comum: a transmissão cultural ao povo. Como? Através dos livros. Antes, porém, terão de se esquivar das reticências da Igreja – que não deseja que obras "perigosas" como os Evangelhos cheguem ao povo – e das dos nobres – que não querem perder os seus privilégios.
Só um homem, um modesto ourives chamado Lorenz, ajudado pela filha, será capaz de aceitar o desafio. Mesmo que o preço que poderia pagar por semelhante ousadia seja o mais caro: a sua vida e a de todos aqueles que o rodeiam.»

Um livro que fale sobre livros merece logo a minha atenção. Alguns dos meus livros preferidos são precisamente livros que falam sobre livros. Por isso, tinha as expectativas um pouco altas em relação a este. Gostava do tema, a sinopse prometia, tinha tudo para dar certo. Mas não deu. Achei o livro muito maçador em algumas partes, penso que o autor andou para ali a engonhar [engonhar: uma das minhas palavras preferidas de sempre da língua portuguesa], e um livro de 559 páginas poderia muito bem ter sido reduzido para metade. Talvez ficasse mais interessante.

No entanto, este livro fez-me pensar na sorte que temos por termos acesso a praticamente todos os livros do mundo. Seja a Bíblia, seja o Kamasutra (dois dos livros mencionados). Contudo, no século XV (e antes disso, obviamente), os livros estavam limitados a quem tinha posses. Ou seja, o conhecimento só estava ao alcance de alguns. O povo não tinha qualquer acesso aos livros. Não sabiam quem era Aristóteles ou Platão ou qualquer outro filósofo/escritor/político/etc. que impactou o mundo com as suas ideias revolucionárias. Os livros e, por conseguinte, o conhecimento eram transmitidos pela Igreja e, por isso, só os livros que seguiam a doutrina cristã eram "dignos". E só os clérigos e os nobres tinham acesso a eles. Se eu já dava valor aos livros (aos meus e aos outros!), passei a dar ainda mais. Ainda bem que vivemos numa época em que é tão fácil ter acesso a um livro, independentemente do seu conteúdo. E ter acesso a livros é ter acesso ao conhecimento. E o conhecimento pode mudar o mundo!

"Não te apercebes Johann? Esse é o motivo; por isso é que merece a pena fazer este livro e todos os do mundo. Estou cada vez mais convencido de que aquela máquina precisava de ser inventada; eu fui só o canalizador dessa necessidade. Um mundo cheio de livros, de todo o tipo e em qualquer lugar! Esse é o mundo que quero para a minha filha: um mundo onde a verdade esteja ao alcance de todos."

Na nota do autor, Eduardo Roca escreveu "Este romance é um tributo aos inovadores. Eles adiantam-se às necessidades da humanidade, respondendo a desafios que esta em sequer havia chegado a colocar-se e ajudando-a a progredir. A outros corresponde a ética da correta utilização desses avanços."



quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Movie36 - Outubro

Ocean's 8 – "Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Mindy Kaling, Sarah Paulson, Awkwafina, Rihanna e Helena Bonham Carter juntam-se para o filme de aventura e acção Ocean's 8. Cinco anos, oito meses, 12 dias... e ainda a contar. É este o tempo que Debbie Ocean levou a planear o maior assalto da sua vida. Ela sabe o que é preciso – reunir um grupo com os melhores na sua área, começando pela sua parceira de crime Lou Miller. Juntas, irão recrutar uma equipa de especialistas: a joalheira Amita; a ilusionista de rua Constance; a perita em contrabando Tammy; a hacker Nine Ball; e a designer de moda Rose. O alvo é um colar de $150 milhões de dólares em diamantes – diamantes esses que irão estar no pescoço da actriz mundialmente famosa, Daphne Kluger, que será o centro das atenções este ano na MET gala. O plano é sólido, mas tudo precisa de ser executado na perfeição para que equipa entre e saia com os diamantes, à vista de todos."
Não vi os outros filmes, nem nunca tinha ouvido falar deles até este Ocean's 8 estrear. Feito para agradar ao público feminino, e na onda de dar maior protagonismo às mulheres que temos vindo a assistir este ano, o filme cumpre o que promete. É um filme comercial, mas bastante divertido. Tem um elenco de luxo, tem girl power, tem comédia. Adorei a Helena Bonham Carter (como adoro sempre) e a Rihanna estava estupenda! 


The Boss Baby – "A chegada de um bebé afecta toda a família, especialmente na perspectiva imaginativa e pouco confiável de Tim, uma criança de 7 anos, que é o seu irmão mais velho. Além do mais, o bebé não é um bebé normal: vem já bem preparado com uma boa dose de sabedoria e ironia, veste fato e gravata e usa uma malinha. Como um crescido homem de negócios..."
Gostei tanto deste filme! Adorei as referências a Gandalf – "you shall not pass!!" –, adorei que uma das vozes do filme fosse a da Lisa Kudrow e adorei o facto de o plano do vilão fosse lançar cãezinhos pelo mundo inteiro (ahah, plano mais fofo do que maléfico). Ri-me às gargalhadas várias vezes. Nunca pensei gostar tanto deste filme, achava que não ia ser grande coisa – a fraca pontuação de 6,3 no IMDb não ajudou –, mas acabei por o adorar. Passa uma mensagem muito bonita, como qualquer filme de animação que se preze. Recomendo.


Saul Fia (Son of Saul) –"Outubro de 1944, Auschwitz-Birkenau. Saul Ausländer é um membro húngaro do Sonderkommando, o grupo de prisioneiros judeus isolados do campo de concentração e forçados a dar apoio aos Nazis no processo de exterminação em larga escala. Durante os trabalhos num dos crematórios, Saul descobre o corpo de um rapaz que ele reconhece como sendo o seu filho. Enquanto os Sonderkommando planeiam uma revolta, Saul fica obcecado com uma missão impossível: salvar o corpo do rapaz de uma autopsia e encontrar um rabino para lhe recitar as orações Kaddish e realizar o funeral."
Realizado pelo estreante Lászlo Nemes, Saul Fia ganhou um Globo de Ouro e um Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, em 2016. 
Sufoco, angústia, claustrofobia, desconforto. Foi isto que senti ao ver este filme. Filmado de uma maneira pouco usual na sétima arte, a câmara ora está colada no rosto do protagonista – que, já agora, tem um desempenho fantástico –, ora mostra o que ele vê naquele preciso momento. Para além disso, o formato do ecrã reduzido (1:37) ajuda a aumentar a sensação de enclausuramento naquela realidade. Por vezes, o filme perde um pouco o ritmo, mas percebemos que é feito de forma intencional, e nem sempre a narrativa que ocorre em redor de Saul é clara ou evidente. O espectador não vê directamente o que está a acontecer, mas consegue perceber, já que está na presença de uma das fases mais negras do ser humano. A produção é zero hollywoodesca nem existe qualquer manipulação das imagens por uma banda sonora incrível. Estranheza, confusão, aflição, desconforto. A história em si já causa isso tudo – afinal, retrata o que foi vivido num campo de concentração –, mas a forma como a narrativa é contada, através de planos pouco comuns, reforça e amplia a angústia sentida. É um filme duro, tem pouco em comum com os filmes sobre a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto que todos nós já vimos, mas é uma obra-prima. Se puderem ver, aconselho.



*Publicação inserida no projecto Movie36*
A criadora do projecto é a Carolayne "Lyne" Ramos, do blogue "Imperium"
A parceira oficial é a Sofia Costa Lima, do blogue "A Sofia World"
Os restantes participantes:
Joana Sousa, "Jiji"
Cherry, "Life of Cherry"
Sónia Pinto, "By the Library"
Joana Almeida, "Twice Joaninha"
Sofia Ferreira, "Por onde anda a Sofia"
Inês Pinto, "Wallflower"
Abby, "Simplicity"

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Pensamentos Aleatórios #8

"E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?" (Almeida Garrett, em Viagens na Minha Terra)

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Bruges

Bruges, cidade belga bastante querida e pitoresca! É uma cidade pequena, mas tão bonita. Edifícios históricos, torres medievais, igrejas centenárias e canais que atravessam a cidade fazem com que Bruges tenha uma beleza que é difícil de igualar. Apelidada de "Veneza do Norte", por causa dos seus inúmeros canais, é uma das cidades medievais mais bem preservadas no mundo.

Para chegar a Bruges, a forma mais fácil é ir de comboio, nomeadamente da estação de Bruxelas. Ao sair da estação de comboios, depois de atravessar a rua, um parque apresenta-se à nossa frente em todo o seu esplendor. Uma torre – a Poertoren tower – marca o início do parque, que tem o nome mais querido de sempre: Minnewaterpark ou Lago do Amor. O parque é muito bonito e encantador, especialmente em dias de sol, e a probabilidade de conseguir ver cisnes é gigante.



Do parque, e continuando a caminhar, vamos parar ao Begijnhof, um agrupamento de casas usadas pelas Beguinas, mulheres que foram rejeitadas pela Igreja Católica Romana e que tiveram de viver de forma independente.



Por falar em igreja, Bruges tem duas igrejas muito famosas. Uma delas é a Onze Lieve Vrouwekerk (Igreja de Nossa Senhora), uma igreja do século XIII, e que possui a segunda torre mais alta da Bélgica. O seu interior está recheado de obras de arte, das quais se destacam uma escultura de Miguel Ângelo, "Madonna e o Menino", a única do artista que se encontra fora de Itália.



O Markt (ou Grote Markt) é o coração e a principal praça da cidade, onde se encontra o Belfort de um lado, o Palácio Provincial do outro, e ainda edifícios históricos, onde os rés-do-chão estão ocupados por restaurantes e lojas. É nesta praça que encontramos aquelas casinhas coloridas, que vemos em tudo o quanto é foto da Bélgica e, especialmente, de Bruges. Adorava viver numa dessas casinhas. No Markt, o que aconselho é sentarem-se na fonte que fica no meio da praça, e apreciarem o ambiente ao vosso redor. É uma experiência incrível! 




O Belfort (Campanário), com a sua torre de 83 metros e 47 (!!!!) sinos, é dos principais símbolos da cidade. A sua construção teve início no século XIII, mas só foi terminada no século XV, depois de adicionada a torre onde se encontra o relógio. É possível subir ao cimo, mas para além de ter de se pagar 8€ e esperar, pelo menos, uma hora na fila, ainda é necessário subir 366 degraus. Passo. Apreciei a torre de fora e já foi o suficiente.



Ainda na praça, está o Historium, um museu que conta a história medieval de Bruges. Ao lado do museu, encontra-se o Palácio Provincial, um edifício de arquitectura neo-gótica lindo, lindo, lindo. E a seu lado, encontramos o antigo prédio dos correios, característico pela sua cor avermelhada.




A outra igreja bastante conhecida em Bruges é a Heilig Bloedbasiliek (Basílica do Sangue Sagrado), no entanto esta está meio que escondida. Acredito que já muitos turistas tenham passado por ela sem se aperceberem. Esta Basílica é famosa por ter uma das relíquias mais preciosas da Europa: um fraco de vidro que supostamente contem gotas de sangue retiradas do corpo de Jesus Cristo. Fica situada mesmo ao lado do Burg (Câmara Municipal), na Burg Square, uma praça lindíssma rodeada de edifícios históricos.




Bruges foi uma bela surpresa, uma cidade que mais parece saída de um conto de fadas e que superou completamente as minhas expectativas. Conselho de amiga: se vão visitar Bruxelas, e se ficam por lá uns dias, não deixem de ir a Bruges. Cidade encantadora!



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Livros que quero ler: não-ficção

Tenho um caderninho onde aponto (alguns) livros que quero ler, divididos por temas. Assim, há uma folha para os livros de Relações Internacionais/Ciência Política (a minha área), outra para livros sobre feminismo, livros que quero ler em inglês, livros sobre utopias/distopias e, a lista que vos trago hoje, livros de não-ficção. Tenho ideia de que poucas pessoas – já dentro das pouquíssimas que lêem – lêem livros de não-ficção. A maior parte dos leitores, penso eu, lê sobretudo romances. E nada contra, atenção. Mas acho que a não-ficção é meio que desvalorizada, de tal forma que, em mais de cem anos de Academia Sueca, apenas 5 autores de não-ficção ganharam o Prémio Nobel da Literatura. Um deles foi a Svetlana Alexievich, autora de O Fim do Homem Soviético e Vozes de Chernobyl, dois dos meus livros de não-ficção favoritos e que, por isso, eu recomendo muito.

Dentro dos livros de não-ficção existe todo um mundo: os livros de memórias, as biografias, a literatura de viagens, os livros políticos, os livros sobre ciências, os livros de auto-ajuda e desenvolvimento pessoal, os livros de história. Podia dividir esta publicação para cada tema, colocar cada livro na sua categoria, por assim dizer, mas prefiro ter algo mais abrangente e que me dê um pouco de cada mundo. Como são muitos os livros de não-ficção que eu quero ler, é provável que esta publicação não seja a única sobre este tema. Mas, passemos aos escolhidos de hoje:

I Know Why The Caged Bird Sings, Maya Angelou – «Grandioso livro de memórias, Sei porque Canta o Pássaro na Gaiola é uma poética viagem de libertação e um glorioso bater de asas num mundo opressivo. Este relato inspirador da infância e da juventude da autora, nos anos 30 e 40, devolve-nos o olhar de uma extraordinária criança sobre a violência inexplicável do mundo dos adultos e a crueldade do racismo, na procura da dignidade em tempos adversos.  Do Arkansas rural às cidades da Califórnia, Maya Angelou traça neste livro um tocante retrato da comunidade negra dos Estados Unidos, durante a segregação, e de uma consciência que, incapaz de se resignar, desperta rumo à emancipação. Um clássico americano que marcou gerações e que conserva toda a sua actualidade.»
Presumo que seja um livro inspirador e, ao mesmo tempo, que desperta consciências. Não sou muito de ler biografias, mas esta desperta imenso a minha atenção.


Um Longo Caminho Para a Liberdade, Nelson Mandela – «Galardoado em 1993 com o Prémio Nobel da Paz, presidente do Congresso Nacional Africano (ANC) e líder do movimento anti-apartheid, Nelson Mandela é um dos grandes chefes morais e políticos do mundo. Nas suas memórias, Um Longo Caminho para a Liberdade, que são um best-seller a nível internacional, conta-nos a sua extraordinária história de vida - uma narrativa épica de luta, derrota, esperança renovada e triunfo final. Mandela relata as suas andanças em termos vividos e eloquentes: a evolução da sua consciência política, o papel de relevo que desempenhou na fundação da Liga da Juventude do ANC, os anos dramáticos de vida na clandestinidade - que em 1964 conduziram a uma sentença de prisão - e o quarto de século repleto de acontecimentos que viveu atrás das grades. Recorda também em termos emotivos os momentos mais significativos que o levaram ao triunfo nas primeiras eleições multirraciais de sempre na África do Sul, em Abril de 1994.»
Nelson Mandela é das pessoas que mais admiro. Tem uma história de vida incrível e ler a autobiografia de um homem tão excepcional está nos meus planos desde sempre.


Sapiens – História Breve da Humanidade, Yuval Noah Harari – «Recorrendo a ideias da paleontologia, antropologia e sociologia, Yuval Noah Harari analisa os principais saltos evolutivos da humanidade, desde as espécies humanas que coexistiam na Idade da Pedra até às revoluções tecnológicas e políticas do século XXI — que nos transformaram em deuses, capazes de criar e de destruir. Esta é uma obra desafiadora, desconcertante e inteligente, uma perspetiva única e original sobre a nossa História e o impacto do ser humano no planeta.»
Aqui, poderia acrescentar também o Homo Deus e 21 lições para o século XXI do mesmo autor. Acho que praticamente já toda a gente ouviu falar deste livro, já ouvi muitas pessoas a dizerem maravilhas dele e quero muito lê-lo (e aos outros dois). Só estou indecisa se leio em inglês ou português.


Dizer não não basta, Naomi Klein – «Neste livro, Naomi Klein expõe as forças que explicam o sucesso de Donald Trump, mostrando que não se trata de uma aberração mas sim de um produto dos nossos tempos — imagens de marca, reality shows, obsessão pelas celebridades e por CEO, Vegas e Guantánamo e banqueiros gananciosos— tudo em um. A autora expõe também a sua opinião de como podemos quebrar estas políticas de choque, contrariar o caos e a divisão que hoje imperam, e alcançar o mundo de que precisamos.»
Acho que a sinopse basta, não é? Parece ser muito interessante.


Como fazer amigos e influenciar pessoas, Dale Carnegie – «Dale Carnegie cedo percebeu que o êxito tem pouco a ver com conhecimentos profissionais. O mundo pertence a quem consegue expressar as suas ideias, assumir a liderança e entusiasmar os outros. Com base nesta crença, construiu um formidável império na área da formação, hoje presente em 80 países. Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas é o mais bem sucedido livro da história da literatura motivacional. Publicado em 1937, tornou-se num imediato bestseller, esgotou sucessivas edições, foi traduzido em 47 línguas, e ainda hoje vende centenas de milhares de exemplares. O autor sabia que a chave do êxito nas actividades profissionais era o relacionamento pessoal. Com base na sua experiência aperfeiçoou este eficaz método para o sucesso, ainda hoje actual, que começa com as três técnicas fundamentais para lidar com as pessoas, e logo a seguir propõe seis formas de fazer com que os outros gostem de nós, doze maneiras para convencer e nove para liderar.»
Livro publicado em 1937, em que se estava muito longe de imaginar as tecnologias, as redes sociais, os influencers. Os livros de desenvolvimento pessoal e de auto-ajuda não são propriamente dos meus preferidos, nem sequer dos que costumo ler, mas este parece-me ter qualquer coisa de diferente. Vou ver se o compro em breve.


Pensamentos Aleatórios #9

Viciadíssima em Elite . Vi hoje o primeiro episódio por acaso, e duvido que chegue ao fim do dia sem a temporada vista. Quando estreou, e ...