sábado, 18 de novembro de 2017

Leituras Desassossegadas #3

Liberdade – Jonathan Franzen

No início de 2017, e sabendo que ia estar fora cinco meses, estabeleci uma meta no goodreads de 15 livros para ler este ano. No entanto, enquanto estive a fazer ERASMUS só li um livro. É verdade, sou uma tristeza, quase cinco meses e só um livro, shame on me. Isto aconteceu não só porque não tinha assim muito tempo para leituras, como também não tinha levado nenhum livro para a Holanda (não cabia nem mais um par de meias nas malas…). Portanto, quando cheguei tentei apressar as perninhas (leituras, neste caso) e acho que não me saí nada mal – vamos em Novembro e já li catorze. Nada mal, acho eu.

O maior livro que li este ano foi este Liberdade de Jonathan Franzen, um livrinho com apenas 684 (!) páginas. E o que é que eu tenho a dizer sobre este livro? Adorei, li-o num ápice e quando acabei tive imensa pena de deixar as personagens. Mas vamos por partes.

A sinopse: «Patty e Walter Berglund foram sempre os precursores na velha St. Paul - os aburguesados, os pais interactivos, os avant-garde da geração de alimentos biológicos. Patty era o tipo ideal de vizinha, que nos podia dizer onde reciclar as pilhas e como conseguir que a polícia local fizesse mesmo o seu trabalho. Era uma mãe invejavelmente perfeita, e a mulher dos sonhos do seu marido Walter. Juntamente com ele - advogado ambientalista, ciclista e utilizador de transportes públicos, homem de família dedicado -, Patty estava a fazer a sua pequena parte para construir um mundo melhor.
No seu primeiro romance depois de Correcções, Jonathan Franzen dá-nos um épico contemporâneo do amor e do casamento. Liberdade capta, cómica e tragicamente, as tentações e os fardos da liberdade: a excitação da luxúria adolescente, os compromissos abalados da meia-idade, as vagas da expansão suburbana, o enorme peso do império. Ao seguir os erros e alegrias dos personagens de Liberdade, enquanto lutam para aprender a viver num mundo cada vez mais confuso, Franzen produziu um retrato inesquecível e profundamente comovente dos nossos tempos.» 

Não há muito a dizer sobre este livro, especialmente quando o The Guardian diz que "é o romance do século", a Time considera o autor "o grande romancista americano" e tanto o Obama como a Oprah o recomendaram vivamente. O livro é incrível, as personagens são viciantes e vocês não vão querer deixar o livro nunca. Atentem no que eu vos digo! 

Como gosto muito de citações, deixo-vos aqui a minha preferida deste livro: "Acho que todos criamos o nosso próprio céu e inferno". Leiam este livro, vale taaaanto a pena! A sério, não se vão arrepender. Leiam, senhores, e não se assustem com o número de páginas!


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