quinta-feira, 31 de maio de 2018

Movie 36 - Maio

Ao contrário dos meses anteriores em que fiz uma publicação por filme, este mês optei por agregar todos numa – não só porque vi muitos, devo ter batido o meu recorde, como também dediquei pouco tempo ao blogue este mês por causa da universidade. Assim, em Maio, vi, sobretudo, comédias que estavam a passar na televisão e vi quase tudo no início do mês, já que agora estou aqui aflita com as frequências e os trabalhos.

Role Models: "Danny (Paul Rudd) e Wheeler (Seann William Scott), dois vendedores na casa dos trinta, destroem uma carrinha da empresa num acesso de loucura durante uma "bebedeira" de bebidas energéticas. Quando são detidos, o juiz dá-lhes a oportunidade de escolher entre uma pena de prisão ou cumprir 150 horas de serviço comunitário num programa de mentores. Aceitam a segunda hipótese e Danny fica encarregue de Augie, um geek apaixonado por torneiros medievais, enquanto Wheeler tem a seu cargo Ronnie, um miúdo hiper-malcriado..."
Sendo eu uma pessoa um bocado esquisita com as comédias, já que para mim este tipo de filmes tem MESMO de ter piada, posso-vos dizer que este foi dos melhores filmes de comédia que já vi! Possivelmente, este não era o típico filme que eu escolheria para ver, mas apanhei-o na televisão, fiquei a ver e valeu bem a pena!


The hitman’s bodyguard: "O maior assassino profissional do mundo decidiu sair da sombra e testemunhar contra o seu antigo patrão no Tribunal Internacional de Justiça em Haia. No entanto, este não foi um patrão qualquer, mas sim um corrupto e mortífero ex-Presidente de um país de Leste, que tem ao seu dispor um enorme exército de mercenários capazes de tudo para impedir que a testemunha apareça no julgamento. Para se defender, este ex-assassino contrata o mais famoso guarda-costas do mundo, e juntos terão de pôr de lado as suas diferenças e cooperar para conseguirem chegar a tempo ao julgamento."
Eu tinha tantas expectativas para este filme, especialmente porque os actores são o Ryan Reynolds e o Samuel L. Jackson e eu adoro os dois. Para além disso, fiquei surpreendida porque não sabia que o Gary Oldman e o (nosso) Joaquim de Almeida participam no filme – duas agradáveis surpresas. No entanto, não sei se foi por ter as expectativas em altas, mas não gostei assim muito. Não sei, acho que estava à espera de mais.


22 Jump Street: "Após conseguirem terminar a escola secundária (por duas vezes...), grandes mudanças estão a caminho nas vidas dos policias Schmidt e Jenko, quando estes iniciam uma missão - altamente à paisana! - numa Universidade local. Mas quando Jenko conhece a alma gémea na equipa de futebol, e Schmidt se infiltra no grupo de arte boémia, esta parceria parece estar em risco… Agora já não é apenas uma questão de desvendar o caso – eles terão igualmente de descobrir se conseguem ter uma relação como dois adultos.  E caso estes dois adolescentes excessivamente grandes se consigam transformar de caloiros em homens a Universidade pode mesmo ser a melhor coisa que já lhes aconteceu!"
Eu gostei bastante do primeiro filme, por isso, estava bastante curiosa para ver o segundo. Não desiludiu, também não é dos melhores filmes de comédia, mas vê-se bem.


Me and Earl and the Dying Girl: "A história engraçada e comovente de Greg, um finalista do secundário que está a tentar misturar-se anonimamente, evitando relações mais profundas como uma estratégia de sobrevivência num campo de minas social – a vida de um adolescente. Ele mesmo descreve o seu leal companheiro Earl, com quem faz as curtas-metragens com paródias a filmes clássicos, como mais um "colega de trabalho" do que um melhor amigo. Mas quando a mãe de Greg insiste com ele para passar algum tempo com Rachel – uma miúda da sua turma que acaba de ser diagnosticada com cancro – ele lentamente descobre como os verdadeiros laços de amizade podem ser gratificantes."
Adormeci na primeira vez que vi o filme, na segunda consegui ver até ao fim, mas nada entusiasmada. Quando o filme estreou, ouvi muito burburinho à volta dele, que era muito bom, mas, sinceramente, não me disse grande coisa. Era outro que, se calhar, eu estava à espera de mais.



The Help: "Três mulheres extraordinárias e muito diferentes no Mississippi, durante os anos 60, construíram uma improvável amizade em torno de um projecto secreto que quebra todas as regras sociais e as coloca a todas em risco. Desta inesperada aliança, emerge uma admirável irmandade, incutindo-lhes uma coragem para transcenderem os próprios limites, e a consciencialização de que às vezes esses limites existem para serem ultrapassados – mesmo que isso signifique que todos na cidade tenham de confrontar-se com os tempos de mudança."
Vi este filme agora no final do mês, numa pausa entre frequências, e um filme que tenha a Viola Davis (mulher extraordinária, se não acreditam em mim, vejam How To Get Away With Murder) vale sempre a pena. Numa altura em que toda a gente se irrita por tudo e por nada, por coisas mínimas, convém relembrar que há pessoas, sim, que passaram por privações que nós, no nosso sofá em 2018, nem podemos imaginar. Infelizmente, essas privações ainda não estão erradicadas da sociedade, ainda há mulheres, negros, mulheres negras a sofrer de racismo, xenofobia e todo o tipo de preconceito, por isso, acho importante relembrarmos o testemunho de pessoas que conseguiram lutar por mudar a ordem estabelecida. Sem dúvida que recomendo muito! 


Para além disso, revi o Iron Man 1 (para aí pela quinquagésima vez) e o Deadpool - que eu adoooooro!

*Post inserido no projecto Movie36*
A criadora do projecto é a Carolayne "Lyne" Ramos, do blogue "Imperium"
A parceira oficial é a Sofia Costa Lima, do blogue "A Sofia World"
Os restantes participantes:
Inês Vivas, "VIVUS"
Vanessa Moreira, "Make it Flower"
Joana Almeida, "Twice Joaninha"
Joana Sousa, "Jiji"
Alice Ramires, "Senta-te e Respira"
Cherry, "Life of Cherry"
Sónia Pinto, "By the Library"
Francisca Gonçalves, "Apenas Francisca"
Carina Tomaz, "Discolored Winter"
Sofia Ferreira, "Por onde anda a Sofia"
Rosana Vieira, "Automatic Destiny"
Inês Pinto, "Wallflower"
Abby, "Simplicity"

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Black Mirror e The Handmaid's Tale

Se bem se lembram, quando escrevi sobre que séries quero ver este ano, Black Mirror e The Handmaid’s Tale faziam parte dessa lista. Já as acabei de ver há algum tempo, mas só agora tive tempo para escrever "como deve ser" sobre estas duas séries.

Black Mirror conta já com quatro temporadas e cada episódio é independente, ou seja, os episódios não têm ligação entre si. Toda a gente já ouviu falar desta série, mas, para os que não sabem, a série retrata a relação que o ser humano tem com a tecnologia, mostrando no que a humanidade se poderá tornar se continuarmos neste rumo de obsessão e dependência das tecnologias. Ou seja, um futuro distópico em que as máquinas assumem o controlo, mesmo sem darmos por isso.

Cada episódio tem uma argumentação excelente, sempre com reviravoltas inesperadas e todos, mas mesmo todos têm uma mensagem que faz pensar. A acção passa-se num futuro próximo e que parece perigosamente possível. Os episódios são muito pesados emocionalmente, de tal forma que eu não consegui ver tudo seguido (como faço com outras séries), e mesmo depois de já ter acabado um episódio, ficava a pensar nele durante horas, senão dias.

Apesar de retratar a relação do ser humano com a tecnologia, Black Mirror não a diaboliza, não a retrata como a pior coisa que já aconteceu. Em cada episódio, vemos que a tecnologia é um instrumento que pode ser usado tanto para o bem como para o mal. Para além de abordar o tema da tecnologia, também mostra de forma magistral o ser humano e todas as suas complexidades. Acima de tudo, é uma série de reflexão sobre os efeitos da tecnologia nas relações humanas.

Black Mirror é, sem dúvida, das melhores séries que já vi e, como é óbvio, claro que a inclui na minha lista das 5 melhores séries originais da Netflix. É um murro no estômago, é, mas recomendo vivamente!  



The Handmaid’s Tale está actualmente na segunda temporada e comecei a ver a série depois de ter lido o livro (que é maravilhoso). Assim como o livro, a série conta a história de Offred, que vive nos EUA, agora chamado de Gilead e controlado por extremistas cristãos. As mulheres não têm direitos, são "úteros ambulantes" que servem apenas para ter filhos. Assim como Black Mirror, esta também é uma série que nos faz pensar, que pode perfeitamente acontecer num futuro próximo e pesada emocionalmente.  

Para já, dizer que foi um choque revelarem o nome real de Offred logo no primeiro episódio, quando no livro nunca foi mencionado. A série segue fielmente o livro, mas acrescenta outros pormenores que no livro não havia tempo para desenvolver. Isto foi algo que eu gostei bastante, já que desenvolveram as histórias de outras personagens, especialmente de outras mulheres que se tornaram "servas". Para além disso, o ritmo é excelente, tem uma fotografia absolutamente incrível e as interpretações são fabulosas.

A primeira temporada acaba exactamente como acaba o livro, por isso, agora estou completamente às cegas quanto ao que vai acontecer. Assim como o livro, é uma série provocante, que toda a gente devia ver (mas leiam o livro primeiro!!). Sem dúvida, das melhores séries de 2017 e que, pelos episódios da segunda temporada, será, também, das melhores de 2018. 


terça-feira, 22 de maio de 2018

Nunca apresentei um namorado à minha família

"Então e os namorados?" Ahhh, aquela pergunta típica dos tios que só vemos umas duas vezes no ano (normalmente, no Natal e na Páscoa) e que têm ZERO interesse na nossa vida. Só são curiosos. Cuscos, vá. 20 anos e nunca apresentaste namorado à família? Ai filha, deves ter qualquer coisa de errado…

Tenho 20 anos e nunca apresentei um namorado à minha família. Tanto eu como o meu irmão sempre dissemos que nunca iríamos casar, pelos mais variados motivos. Ele não cumpriu a sua palavra (o traidor), eu tenciono cumprir. Acho que os meus pais já perderam a esperança em vir a conhecer um namorado meu e, coitados, não os posso culpar. A minha mãe já sabe que, daqui, é muito difícil ter netos. A pressão está toda do lado do meu irmão.

Sei que sou diferente. O meu sonho nunca foi casar ou ter filhos. Nem sequer quero isso para a minha vida. No entanto, em 2018, isto ainda não é aceitável. Quando digo a alguém que não quero ter filhos nem tenho interesse algum em casar vejo sempre o olhar reprovador da pessoa. Se eu me importo com isso? Claro que não. Mas questiono-me se, no século XXI, isto já não deveria ter deixado de ser um problema. Ninguém tem nada a ver com as nossas escolhas de vida.

Desde pequenas que a sociedade traça um plano para as nossas vidas, muito graças aos filmes da Disney. Devemos comportar-nos como umas princesas, sempre muito graciosas e serenas, e esperar por um lindo príncipe encantado que irá chegar no seu cavalo branco. E depois ter filhos e "viver felizes para sempre". Claro que eu, em pequena, gostava (adorava) os filmes da Disney e ainda gosto. Mas há muito, muito tempo que não acredito em príncipes encantados ou no felizes para sempre.

Às vezes pergunto-me se a Disney e os filmes românticos não criam demasiadas expectativas na vida. Aquilo não é nada assim, mas nós só percebemos isso quando somos mais "crescidas". Amor à primeira vista? Relações sem problemas? Pessoas perfeitas? Nada disto existe. E acho que nós, raparigas, é que sofremos mais com isso. Criamos demasiado expectativas em nós, nos rapazes, no nosso futuro. Casar com um vestido branco gigante em que a noiva mal se consegue mexer? Não, obrigada. Não há nada errado em ser solteira, em não querer constituir família, em não querer ter uma casa. O meu sonho é viajar pelo mundo. Algum dia poderia conciliar isso com uma família? Não. É suposto deixar o meu sonho só porque a sociedade acha que eu devo ser mãe e ter uma família e uma casa aparentemente perfeitas? Também não.

Se a minha opinião vai ser diferente quando tiver 30 anos? Pode ser… mas a minha vidinha teria que dar muitas voltas.

Como é óbvio, não tenho nada contra com as pessoas que dizem que o seu sonho é casar ou ser mãe. Simplesmente isso não é para mim. Mas, também, verdade seja dita, quem é que não queria um Troy Bolton na sua vida? (Sim, a minha crush de adolescência foi o Zac Efron. E se calhar ainda é, apesar de eu já não ser adolescente. Se calhar.)

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Leituras Desassossegadas #14

E Agora, Zé-Ninguém? – Hans Fallada

«Alemanha, finais dos anos 20. Apesar da grave crise económica que afecta a vida de muita gente, Johannes e Emma, carinhosamente chamada Cordeirinha pelo seu caloroso marido, levam a vida com confiança e entusiasmo. Acreditam que apoiando-se no amor podem superar todas as dificuldades, mas rapidamente se apercebem de que a sorte não está do seu lado e que a realidade é muito mais dura de enfrentar do que tinham imaginado. A chegada do seu tão desejado filho vai trazer-lhes muitas alegrias, mas também juntará novas dificuldades à vida do jovem casal.
Quando por fim Johannes Pinneberg se vê obrigado a engrossar as fileiras dos milhares de desempregados já existentes, é Cordeirinha, esta mulher amável, meiga e corajosa que – em lugar do seu marido, transformado num desesperado zé-ninguém – assume a dianteira e assegura a existência de toda a família.
A esperança, porém, nunca se perde, e o casal refugia-se no amor que o une e do qual se alimenta.»

Este é um romance especialmente dedicado à crise vivida no final dos anos 20/início da década de 30, depois da Primeira Guerra Mundial, e que afectou todos os países europeus, mas, especialmente, a Alemanha que teve de pagar indemnizações altíssimas aos Aliados no pós-guerra. É um romance entre guerras, que traduz magistralmente o que foi viver naquela altura, sobretudo em Berlim, uma das cidades mais afectadas pela Primeira Grande Guerra.

Este livro fez-me pensar na inevitabilidade da vida e no facto de depois de alguém se tornar num "zé-ninguém" é muito difícil voltar a sair desse lodo. Na década de 20 ainda mais do que nos dias de hoje, é um facto, já que os subsídios dados pelo Estado aos desempregados eram absolutamente ridículos e o nível de vida era consideravelmente inferior. 

É um livro bastante descritivo, o que resulta num retrato bastante fiel do que era ser uma pessoa humilde que teve a infelicidade de estar desempregada. Este foi o primeiro livro que li de Hans Fallada, mas adorei a sua escrita magistral, que consegue pôr-nos debaixo da pele do protagonista e transmitir-nos o seu medo, a sua revolta e as suas pequenas alegrias como se fossem nossas.

É muito difícil ficarmos indiferentes a uma história destas e, infelizmente, as situações retratadas no livro são ainda, nos dias de hoje, bastante familiares. A natureza humana não muda assim tanto: são os empregadores que abusam da situação de medo por parte dos empregados de ficarem desempregados, são os conhecidos que mudam de passeio quando encontram o "zé-ninguém", as reacções das pessoas às dificuldades, o amor que, apesar de não resolver tudo, pode ajudar a ultrapassar a situação de uma forma menos dolorosa. Aconselho!

"Como é que é possível rir, rir a sério e com vontade, num mundo como este, em que aqueles que dirigem a economia e cometeram milhares de erros são desculpados e os mais pequenos, que sempre deram o seu melhor, são aviltados e pisados?"

sexta-feira, 11 de maio de 2018

As 5 melhores séries originais da Netflix

Esta semana foi particularmente recheada de insónias. Numa dessas noites em que, por mais voltas que desse na cama, não conseguia adormecer, pus-me a pensar em séries (sim, é algo em que eu penso frequentemente). E veio-me à ideia que eu vejo muitas séries produzidas pela Netflix, tantas que até pus em causa se não seriam mais as séries da Netflix que via do que o resto produzido por outros canais. Fui averiguar e vejo/já vi 16 séries da Netflix (e ainda assim são mais as não-Netflix), e são 10 as séries produzidas pela Netflix que quero ver, mas que ainda não tive tempo oportunidade.

A Netflix é das melhores coisinhas que aconteceu ao mundo. Para além de ser um streaming de séries, e de podermos ver qualquer série a qualquer hora, sempre que nos apeteça, sem o horário fixo das televisões, os episódios saem todos de uma vez (binge watcher, here!) e as produções têm todas uma qualidade excelente.

Esta lista é feita por mim e, como tal, reflecte os meus gostos. Fiz uma lista de 5, para não ser tão denso, mas gostava aqui de referir duas menções honrosas: Daredevil e The Punisher. Optei por não escolher estas duas porque sei que séries de super-heróis não são do agrado de toda a gente. No entanto, se forem fãs da Marvel, e de super-heróis em geral, aconselho-vos a ver estas obras-de-arte. Esta lista não está por ordem, não me peçam para escolher uma série favorita da Netflix, que é como se pedissem a uma mãe para escolher entre os filhos. Não dá.

Eu já falei de 3 destas séries aqui no blogue, e, por isso, vou apenas dar-vos a sinopse e, se quiserem saber mais sobre cada uma, vou deixar-vos os links de cada publicação, com a minha opinião mais completa.

Stranger Things - "Quando um rapaz desaparece, uma pequena vila descobre um mistério relacionado com experiências secretas, assustadoras forças sobrenaturais e uma estranha rapariga." Tem 2 temporadas e estreou em 2016. Podem saber mais aqui.



Black Mirror - "Esta antologia de ficção científica explora um distorcido futuro próximo onde as maiores inovações tecnológicas da humanidade colidem com os seus instintos mais sombrios." Tem 4 temporadas e estreou em 2011.
Se bem se lembram, quando falei nas séries que quero ver este ano, Black Mirror estava na lista. Ainda vou ver se escrevo uma publicação só a falar da série, ou não, mas fiquem já saber que é uma série extraordinária, mas muito "pesada". Eu via-a "aos bocados", tal era a dureza de certos episódios.



Sense8 - "Grupos de pessoas ao redor do mundo que estão ligadas mentalmente e precisam encontrar uma maneira de sobreviver sendo caçados por aqueles que os vêem como uma ameaça para a ordem mundial". Estreou em 2015 e tem duas temporadas. Conforme já disse aqui, a série foi cancelada e ainda estamos à espera do episódio final de duas horas. 



Narcos - "A história verídica dos esforços dos Estados Unidos e Colômbia para combater o temido cartel de Medellín, uma das organizações criminosas mais ricas e impiedosas da história." Estreou em 2015 e tem 3 temporadas. Falei sobre a terceira temporada aqui.



House of Cards – Estreou em 2013, tem 5 temporadas, estreando a sexta este ano. HoC sofreu um pequeno abalo na minha consideração com todo o escândalo do Kevin Spacey. A série deve muito do seu sucesso à interpretação do actor, que é fenomenal. Por isso, estou bastante curiosa sobre a última temporada, já sem o Frank Underwood.


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Leituras Desassossegadas #13

A Verdadeira Vida de Sebastian Knight – Vladimir Nabokov

«O primeiro romance escrito em inglês por Vladimir Nabokov – A Verdadeira Vida de Sebastian knight – foi iniciado em Paris, em 1938.
É a história de Sebastian Knight, um escritor famoso cuja vida está envolta em mistério.
Depois da morte de Knight, o seu meio-irmão decide investigar-lhe a vida, enfrentando o que é falso, distorcido e irrelevante. A busca revela-se tão intrigante como qualquer um dos livros do escritor – desconcertante e, afinal, recompensadora.
A narrativa fala-nos da inserção de um artista numa sociedade hostil ao espírito criativo. Mas A Verdadeira Vida de Sebastian Knight debruça-se também sobre o problema essencial da ambígua identidade humana: quem era afinal Sebastian Knight?»

Gostei imenso de ler este livro e recomendo!

 "Aprendi que a alma é apenas uma forma de ser, não um estado constante, e que qualquer alma pode ser nossa se a captarmos e seguirmos as suas ondulações. O além talvez seja a plena capacidade de viver conscientemente em qualquer alma que se escolha, em qualquer conjunto de almas, todas elas inconscientes do fardo permutável que carregam."

As Grandes Personagens da História – Canal de História

«Pensadores, revolucionários, políticos, cientistas ou artistas. Ao longo da História, houve homens e mulheres que se destacaram e ajudaram a criar o mundo em que hoje vivemos.
De Confúcio a Gorbachev, passando por Da Vinci ou Churchill, entre outros, este novo livro do Canal de História aborda mais de 30 séculos de civilização. Talento, sabedoria, triunfos e fracassos, paixões, luzes e sombras fazem parte da história destas personagens que construíram a nossa História.
Conhecer o passado ajuda-nos a compreender o presente. Saber quem foram estes homens e mulheres é especialmente interessante para analisar as suas semelhanças, independentemente das centenas de anos que os separam. A História faz-se dia a dia, e a cada momento há alguém com suficiente capacidade para mudar o mundo e a escrever.
As Grandes Personagens da História é um livro informativo e rigoroso, indispensável para todos os que se interessam pela nossa História.»

Não sei se eu é que tinha demasiado expectativas para este livro, se esperava mais dele, mas achei um bocadinho enganoso. Estava à espera de conhecer mais sobre o que cada uma destas personagens tinha trazido ou mudado no mundo, mas, basicamente, o que o livro faz é dar-nos um contexto da vida de cada um e, a partir daí, falar um pouco sobre as suas obras ou acções mais importantes. Há algumas pessoas que não foram mencionadas, como Freud, Mandela, Picasso e, especialmente, de mulheres - não falam de Marie Curie, Simone de Beauvoir, Frida Khalo. No entanto, recomendo caso queiram saber um pouco mais sobre pessoas como Newton, Aristóteles, Cleópatra, Marco Polo, Charles Darwin, entre outros. 



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Nos últimos tempos, não tenho visto quase série nenhuma. São raros os dias em que tenho tempo ou que não estou demasiado cansada para ver a...