quinta-feira, 26 de julho de 2018

As séries que ando a ver #3

Se há coisa de que não se podem queixar neste blogue é da falta de recomendações de séries. Todas os meses falo aqui em séries, seja em publicações individuais (como Friends), seja em publicações que agrego várias séries e falo um pouco de todas (Séries de 20 minutos e Black Mirror e The Handmaid’s Tale). Normalmente, faço este género de publicações – das séries que ando a ver, entenda-se – quando estou a ver várias séries ao mesmo tempo, todas igualmente boas (podem ver as outras duas aqui e aqui).

Atypical é uma comédia da Netflix sobre "um miúdo autista e a sua jornada para encontrar amor e independência. Esta jornada de auto-descoberta é tão divertida quanto dramática e tem um impacto em toda a sua família, forçando-os a lidar com as alterações nas suas próprias vidas e fazendo-os questionar: afinal, o que realmente significa ser normal?"
Esta série fazia parte da minha lista de séries que quero ver este ano [já vi 3 desta lista, yey!!] e ainda bem que me decidi a vê-la. Não se pode bem dizer que eu estou a ver esta série, visto que a vi em oito horas, exactamente o número de episódios que tem. Mas adiante, o quê que eu vos posso dizer sobre esta série? É absolutamente maravilhosa. Tratou o autismo de uma forma leve e descontraída, não se focou apenas no Sam, mas sim em toda a família e amigos, incluindo a sua terapeuta – todos tem o seu destaque e vemos em todos como são marcados pelos momentos de angústia, os medos e as conquistas do Sam.
Logo no primeiro episódio, temos uma frase que marca o resto da série, em que um personagem diz para o Sam "dude, nobody’s normal". E é precisamente isto que Atypical representa: todos temos as nossas estranhezas, só que alguns disfarçam melhor do que os outros. Ninguém é normal, e com esta série aprendemos, se é que já não sabíamos, que apenas devemos aceitar e respeitar isso! Sem dúvida, uma série excelente, que vale muito a pena maratonar. Aguardo ansiosamente a segunda temporada. Bring it on, Netflix!



Westworld "é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por andróides – os anfitriões –, programados pelo director executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma actualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à "evolução do pecado". Entre os residentes do parque, está Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood), programada para ser a típica garota da fazenda, que está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de uma bem arquitetada mentira."
Para começar, esta série tem o Anthony Hopkins e o Ed Harris. Se isto não vos faz ir a correr imediatamente para o sofá ver Westworld, não sei o que fará. Sou completamente fã dos dois e, aliado ao facto de ser uma produção HBO, fez logo que eu estivesse interessada na série mesmo antes de ela ter ido para o ar. A primeira temporada estreou em 2016, tem 10 episódios e a segunda estreou este ano, também com 10 episódios, tendo já acabado. 
Meus amigos, se gostam de séries com tudo a que têm direito – acção, mistério, boa cinematografia, elenco excelente –, digo-vos que dificilmente arranjam série melhor do que Westworld. Quando vi a primeira temporada, achei-a absolutamente genial e, sem dúvida, das melhores séries já feitas (até achei a primeira temporada de Westworld superior à primeira de Game of Thrones).



Genius retrata, como o próprio nome indica, a vida e a história de génios. A primeira temporada é sobre Albert Einstein, a segunda sobre Pablo Picasso e já foi confirmado que a terceira vai incidir sobre a vida de Mary Shelley, a autora de Frankenstein. Confesso que amei completamente a primeira temporada, achei-a muito bem feita, os actores que fizeram de Einstein (na juventude e em adulto) foram extraordinários, a história muito bem contada.
Quando vi a primeira temporada fui partilhando as minhas impressões no Twitter. Se não me seguem, deviam, porque é lá que eu falo das séries que vejo, mesmo ainda antes de falar sobre elas no blogue. Podem seguir-me aqui.
"I have no special talent, but I'm very very curious. All I do is ask questions, just like you do. That's the most important thing. Anybody can do that." (Genius S01E10)



This is Us "acompanha os irmãos Kate, Kevin e Randall, nascidos na mesma data, enquanto as suas vidas se entrelaçam. Kate e Kevin são os filhos biológicos de Jack e Rebecca, enquanto Randall foi adoptado pelo casal, depois de eles terem perdido o terceiro filho da gravidez de trigémeos durante o parto. A série apresenta a história da família em épocas diferentes, alternando entre o presente e a infância dos três irmãos."
This is Us é uma série tão bonita. Faz-nos acreditar na vida, ter esperança de que tudo vai correr bem, desejar um pai como o Jack, uma infância como a que a Kate, o Kevin e o Randall tiveram. Faz-nos acreditar que o mundo pode ser um lugar mais bonito. Mais feliz. Melhor.
Comecei a ver esta série mais naquela de "deixa ver se é tão boa como realmente dizem". E é. Se são das poucas pessoas que ainda não viram esta série, vejam. Vale muito a pena.


4 comentários:

  1. Já vi alguns episódios da This Is Us e gostei muito. Quero ver se passo a acompanhá-la :)

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    1. Também ainda só vou na primeira temporada, mas, para já, vale muito a pena :)

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  2. Já vi o Atypical e a This is Us e adoro-as, são diferentes mas muito especiais. O genius comecei a ver mas não acabei. Black Mirror e Handmaid's Tale são simplesmente poderosas, sou muito fã de ambas.

    beijinhos

    Vânia
    Lolly Taste

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    1. Concordo com tudo! E sim, Black Mirror e Handmaid's Tale são "um mundo à parte", de tão poderosas que são.

      Beijinhos

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